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A fé que salva é a fé que transforma — e que se revela no cuidado pelo próximo.
A verdadeira fé sempre gera obras que mostram quem realmente somos: pessoas que confiam nas promessas de Deus e que foram transformadas para viver segundo Suas virtudes. É isso que Tiago deixa claro em sua carta (Tiago 2.14–17).
“Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Será que essa fé pode salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem com falta de roupa e necessitando do alimento diário, e um de vocês lhes disser: “Vão em paz! Tratem de se aquecer e de se alimentar bem”, mas não lhes dão o necessário para o corpo, qual é o proveito disso? Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.” (Tiago 2.14–17 NAA)
Uma fé que não revela as virtudes de Deus é uma fé morta. Ela não transforma, não gera amor ao próximo, não produz obediência fruto da gratidão pela graça recebida. Se afirmamos que fomos salvos e que cremos em Cristo como nosso Senhor e Salvador, o resultado natural dessa fé é a santificação — abandonar as obras das trevas e viver segundo o caráter de Cristo, revelando graça, misericórdia, compaixão e amor. Por isso, quando escolhemos a omissão diante da necessidade do outro, estamos declarando, sem perceber, que nossa fé está morta.
Se queremos ter certeza de que estamos caminhando no caminho que Deus nos chamou para viver, precisamos avaliar se apenas falamos sobre fé ou se realmente vivemos essa fé no dia a dia. Estamos cuidando uns dos outros como família? Estamos suprindo necessidades? Estamos combatendo a indiferença e o favoritismo entre nós? É essencial lembrar: as obras não nos salvam. Mas elas mostram, de forma clara, se fomos salvos e se estamos vivendo debaixo da graça, crendo no Deus que nos chamou.
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