Quando a reunião não é para melhor

Imagem de Robin Higgins por Pixabay

Porque participar da Ceia sem comunhão pode distorcer o propósito de Deus

Paulo, na primeira carta aos Coríntios (1 Coríntios 11.17–22), confronta a forma como a igreja estava se reunindo e as consequências espirituais da atitude deles. Ele deixa claro que, do jeito que estavam agindo, não estavam celebrando a Ceia do Senhor, como afirma no versículo 20.

Quando, pois, se reúnem no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que vocês comem.” (1Coríntios 11.20 NAA)

Paulo afirma que aquela maneira de se reunir era prejudicial. A simples presença não garante edificação. Onde há pecado não tratado, egoísmo e divisão, a reunião não é para melhor, mas para pior. O comportamento deles distorcia completamente o propósito da reunião e da Ceia: cada um pensava apenas em si. Alguns comiam em excesso, enquanto outros passavam fome; havia embriaguez, os pobres eram humilhados. Fica claro que qualquer prática vazia de amor, comunhão e temor a Deus não O agrada.

Participar da reunião e da Ceia exige discernimento e responsabilidade. Não é um momento social, emocional ou automático. Exige exame pessoal, consciência do Corpo de Cristo e compromisso com a verdadeira comunhão. Individualismo, favoritismo e desprezo pelos irmãos contradizem o evangelho. A unidade não é opcional. Quando nos reunimos sem estarmos fundamentados no amor de Deus e no real significado da comunhão, revelamos falta de reverência, arrependimento, zelo e compromisso com a vontade do Pai. A presença física pode existir, mas isso não garante a presença espiritual da comunhão com Cristo.

Ouça a mensagem no agregador de PODCAST de tua preferência:

CASTBOX, SPOTFY, DEEZER ou YOUTUBE

Busque por: “caminhar na graça”

Deixe um comentário