À luz de Romanos 15:1–6, aprendemos com Cristo a renunciar a nós mesmos, servir com amor e fortalecer a unidade da igreja para a glória de Deus
Observamos em Romanos 15:1–6 como a vida comunitária da igreja deve ser vivida à luz do evangelho. Tudo precisa estar centrado em Cristo: no Seu exemplo, na dependência da graça e na obra da santificação em todos nós. A base é o próprio Cristo, como afirma o versículo 3:
“Porque também Cristo não agradou a si mesmo; pelo contrário, como está escrito: “Os insultos dos que te insultavam caíram sobre mim.”” (Romanos 15.3 NAA)
O cristão maduro não deve impor sua liberdade ao imaturo. Pelo contrário, deve suportá-lo com amor, ajudando-o em sua caminhada. A vida cristã não é sobre interesses pessoais, mas sobre a edificação do próximo. Cristo é nosso modelo perfeito de renúncia e serviço sacrificial. Por meio das Escrituras, somos sustentados por uma fé que gera esperança. Entendemos que a unidade da igreja é obra de Deus, centrada em Cristo, e que o objetivo final não somos nós, mas a glória de Deus em comunhão.
Por isso, não devemos impor nossas convicções em questões secundárias. O amor precisa vir primeiro. A maturidade deve ser usada para servir, não para se exaltar. Antes de agir, precisamos avaliar: isso edifica a igreja ou apenas me agrada? Seguir a Cristo implica imitá-Lo, especialmente quando isso nos custa algo.
Somos chamados a promover intencionalmente a unidade da igreja, evitando discussões e divisões desnecessárias. Nas Escrituras encontramos forças para lidar com as diferenças e viver de forma que glorifique a Deus em tudo.
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