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Como a lei moral de Deus revela nosso coração e nos chama para um amor verdadeiro.
A lei do Reino — a lei moral de Deus — é simples e sempre foi ensinada desde o Antigo Testamento. Ela expressa o caráter do próprio Deus e se resume em: ame o seu próximo como a si mesmo. É isso que Tiago reforça em sua carta (Tiago 2.8–11).
“Se vocês, de fato, observam a lei do Reino, conforme está na Escritura: “Ame o seu próximo como a si mesmo”, fazem bem. Se, no entanto, vocês tratam as pessoas com parcialidade, cometem pecado, sendo condenados pela lei como transgressores. Pois quem guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Porque, aquele que disse: “Não cometa adultério”, também ordenou: “Não mate.” Ora, se você não comete adultério, porém mata, acaba sendo transgressor da lei.” (Tiago 2.8–11 NAA)
Quando seguimos o modo de pensar do mundo, inevitavelmente vamos agir com favoritismo e parcialidade. E quando fazemos isso, pecamos. Por quê? Porque negamos, na prática, o caráter de Deus — aquele mesmo caráter que dizemos refletir por sermos Seus filhos. O ponto central não é qual mandamento quebramos, mas o fato de desprezarmos a autoridade divina que ordenou todos eles. Isso revela nossa culpa e mostra que somos incapazes de cumprir a lei de maneira perfeita.
Mas quando entendemos e cremos no que Deus afirma sobre nós — que fomos unidos a Cristo e participamos da Sua natureza — então somos chamados a viver de acordo com essa verdade. Devemos refletir o Seu caráter. Isso significa abandonar a parcialidade, rejeitar qualquer forma de favoritismo e tratar todas as pessoas com o amor que Deus derrama sobre nós.
No fim, nossas vidas têm um propósito: glorificar o nome do Senhor. E fazemos isso quando revelamos o Seu amor nas relações e obedecemos à Sua vontade em tudo.
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