Acepção: o pecado silencioso que quebra a comunidade de Cristo

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Quando adotamos os critérios do mundo, negamos o Deus que trata todos com igual dignidade.

Falhamos espiritualmente quando usamos padrões humanos para definir os critérios do reino de Deus. Tiago deixa isso claro ao afirmar que qualquer tipo de parcialidade é pecado (Tiago 2.1–4).

“Meus irmãos, vocês não podem ter fé em nosso Senhor Jesus Cristo, o Senhor da glória, e ao mesmo tempo tratar as pessoas com parcialidade. Porque, se entrar na sinagoga de vocês um homem com anéis de ouro nos dedos, vestindo roupa luxuosa, e entrar também um pobre muito malvestido, e vocês derem um tratamento especial ao que está vestido com a roupa luxuosa, dizendo: “Você, sente-se aqui no lugar de honra”, e disserem ao pobre: “Você, fique em pé” ou “Sente-se ali, abaixo do estrado dos meus pés”, será que vocês não estarão fazendo distinção entre vocês mesmos e julgando as pessoas com critérios errados?” (Tiago 2.1–4 NAA)

Como filhos de Deus, chamados para revelar Sua glória e imitar Cristo, não podemos tratar ninguém com parcialidade. Quando fazemos isso, negamos nossa fé e o próprio caráter de Deus, que não faz acepção de pessoas. Sempre que julgamos alguém pela aparência, classe social, prestígio, poder ou afinidade de pensamento, deixamos de viver a lei real — a lei do amor — e passamos a agir segundo os valores do mundo.

Por isso, não podemos trazer para a vida da igreja os critérios mundanos. Se fizermos isso, nossa fé se tornará incoerente e acabaremos promovendo favoritismos.

Como família de Deus, não valorizamos pessoas pelo que possuem, pela influência que exercem ou pela formação que têm. Tratamos todos com igual honra e dignidade. Acolhemos tanto o bem-apessoado quanto o malvestido da mesma forma, rejeitando qualquer preconceito implícito, rejeitando elitismo e eliminando toda forma de favoritismo dentro do corpo de Cristo.

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