Não cumprindo o sacrifício que alegra a Deus

Quando lemos no evangelho de João, capítulo nove, versículo dezesseis, sobre o posicionamento dos líderes religiosos na época de Jesus, que afirmavam:

Por isso, alguns dos fariseus diziam: Esse homem não é de Deus, porque não guarda o sábado. …” (João 9.16 RA).

Isto porque Jesus havia curado um cego de nascença. E quando lemos em Malaquias no capítulo um, versículos sete e oito, observamos:

Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do Senhor é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? —diz o Senhor dos Exércitos.” (Malaquias 1.7–8 RA).

Quando não entendemos o nosso papel, priorizamos as regras e não a expressão das virtudes, achamos que o sacrifício que realizamos a Deus pode ser feito de qualquer maneira e sem compromisso. É como se tratasse de um ritual para atendimento de uma divindade, revelamos a falta de conhecimento e compreensão do que Ele espera de nós.

Somos uma nação de sacerdotes, filhos de Deus, criados à imagem de Cristo, para sermos Seus imitadores. Não estamos aqui para andar segundo a prática religiosa, mas para expressarmos e revelarmos o Pai, como imitadores de Cristo, por isso, o sacrifício que devemos realizar, a oferta, está em que coloquemos os nossos membros em favor do cumprimento do plano e do propósito que Ele estabeleceu, pois este é o verdadeiro culto.

Enquanto não entendermos que o nosso papel é sermos expressão de Cristo, Seus imitadores e sermos oferta em favor do mundo, não cumpriremos o sacrifício que agrada ao Pai e que revela a Sua glória ao mundo.

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