Na hora do sacrifício da tarde

Em Marcos, antes de Jesus expirar, no capítulo quinze, do versículo trinta e sete ao trinta e nove, afirma que se tratava da hora sexta do dia. A consequência da Sua morte, como ele relata, podemos ler:

Mas Jesus, dando um grande brado, expirou. E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus.” (Marcos 15.37–39 RA).

A hora sexta, como mencionado nos versículos anteriores, se trata do sacrifício da tarde. Momento em que o Senhor se fez oferta em nosso favor. O Seu sacrifício, Sua morte e ressurreição é que nos conduz à vida. Mas além de relatar o momento de Sua morte, Marcos declara que o véu se rasgou, o que significa? Que o acesso a Deus estava agora disponível, que a Sua presença não estava restrita somente ao lugar santíssimo, que todos poderiam entrar na Sua presença. A declaração do centurião revela o reconhecimento de que Jesus não se tratava de uma pessoa comum, mas de alguém especial e foi um gentio que fez esta declaração.

Podemos não compreender direito o significado de cada coisa, de cada atitude, mas tudo foi realizado para cumprir as profecias, para que todos, em todos os lugares, com o sacrifício que Cristo realizou em nosso favor, nos permitisse ter acesso à presença de Deus e experimentássemos da Sua vida.

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