Mesmo que a propaganda seja boa, não podemos aceitar

Mesmo que a propaganda seja boa, não podemos aceitar

foto por: Marek Piwnicki em Unsplash

Em Atos, capítulo dezesseis, do versículo dezesseis ao dezoito, a situação onde uma jovem possessa faz a propaganda sobre Paulo e Silas, mas mesmo assim, ele expulsa o espírito, libertando a moça:

Aconteceu que, indo nós para o lugar de oração, nos saiu ao encontro uma jovem possessa de espírito adivinhador, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus Altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação. Isto se repetia por muitos dias. Então, Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu.” (Atos dos Apóstolos 16.16–18, RA).

Mesmo que a propaganda fosse boa e verdadeira, a fonte não era confiável e não só isso, o que estava em jogo não era o que o espírito falava por meio da jovem, mas a sua liberdade. Paulo o  expulsou, libertando-a de sua escravidão. Por isso, mesmo que muitas vezes estejamos diante de situações como a que Paulo enfrentou, não podemos concordar com o que está sendo feito, pois mesmo que a mensagem que era falada era verdadeira quanto ao que estavam fazendo, a libertação das pessoas de sua escravidão é mais importante.

Temos a responsabilidade de proclamar e conduzir as pessoas à liberdade para não serem mais escravas de sua situação. Somos instrumentos de Deus para sermos luz neste mundo e conduzi-las ao Seu conhecimento, Sua vontade e reconciliação.

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