A nossa preocupação

A nossa preocupação

foto por: Wolfgang Hasselmann em Unsplash

Na carta aos Hebreus, capítulo treze, versículo nove, o autor fala sobre onde devemos colocar o nosso coração e com o que não devemos nos preocupar:

Não vos deixeis envolver por doutrinas várias e estranhas, porquanto o que vale é estar o coração confirmado com graça e não com alimentos, pois nunca tiveram proveito os que com isto se preocuparam.” (Hebreus 13.9, RA).

Nós nos preocupamos com o serviço que prestamos a Deus, com o culto, como um serviço para Ele, como um momento de adorá-Lo. Nos focamos em regras, na aparência, na questão de subserviência das pessoas em nosso interesse, em usar das pessoas para os nossos objetivos e sonhos, especialmente os religiosos com a intenção de agradá-Lo, mas não entendemos que isso não tem importância, essa não deve ser a nossa preocupação, devemos sim, focar no que é importante: na transformação do entendimento, na compreensão de um culto verdadeiro que deve estar no sacrifício que fazemos em favor do outro, no repartir e praticar a justiça, no revelar as virtudes de nosso Deus e Pai, em sermos imitadores de Cristo e como somos o próximo do outro, entendermos que vivemos para ajudá-lo na jornada.

O reino de Deus, a Sua vontade, Seu querer não está no serviço que podemos prestar, mas a nossa preocupação deve estar na expressão da graça, das virtudes, no revelar de Cristo, agindo como Seus imitadores, prestando o verdadeiro culto ao Pai que se expressa no sacrifício em favor do outro.

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