Anunciando as boas novas

Anunciando as boas novas

foto por: Björn Grochla em Unsplash

No evangelho de Lucas, capítulo nove, do versículo um ao cinco, lemos sobre como proceder ao anunciar as boas novas às pessoas:

Tendo Jesus convocado os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para efetuarem curas. Também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos. E disse-lhes: Nada leveis para o caminho: nem bordão, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem deveis ter duas túnicas. Na casa em que entrardes, ali permanecei e dali saireis. E onde quer que não vos receberem, ao sairdes daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles.” (Lucas 9.1–5, BEARA).

Recebemos a autoridade para ensinar sobre as boas novas em todos os lugares. Não devemos nos prender às restrições, mas irmos onde o Espírito nos conduzir. Não se trata de pomposidade para anunciar, devemos fazer de modo simples, como temos o exemplo dos apóstolos. Não devemos fazer escândalo quando não receberem a mensagem, mas, simplesmente deixar para trás e continuar a jornada. Nosso papel é semear, a responsabilidade de crescer e gerar fruto está ligado à terra e ao que o Espírito opera na vida das pessoas. Não devemos usar de artimanhas, nem de linguagem difícil e muito menos de argumentos e raciocínio natural para pregar o evangelho, mas fazê-lo de forma simples para que todos possam compreender a chegada do reino de Deus, anunciando a verdade e ensinando-os a viverem nela.

Quando compreendemos que anunciar o evangelho não se trata de pomposidade, mas de tradução de vida que revelam as virtudes de Deus, que não se trata de fazer escândalo quando o rejeitarem e continuar a jornada pregando a outros e que devemos falar sobre a verdade fundamentada em Cristo, estamos fazendo o que é da vontade do Senhor.

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