O protegido de Deus

O protegido de Deus

foto por: Tobias Rademacher em Unsplash

Na segunda carta de Paulo aos Coríntios, sabendo quem era ele, seu chamado e a promessa que seria guardado, podemos ler sobre sua experiência de vida, no capítulo onze, do versículo vinte e quatro ao vinte e sete:

“Em cinco ocasiões os judeus me deram trinta e nove chicotadas. Três vezes os romanos me bateram com porretes, e uma vez fui apedrejado. Três vezes o navio em que eu estava viajando afundou, e numa dessas vezes passei vinte e quatro horas boiando no mar. Nas muitas viagens que fiz, tenho estado em perigos de inundações e de ladrões; em perigos causados pelos meus patrícios, os judeus, e também pelos não-judeus. Tenho estado no meio de perigos nas cidades, nos desertos e em alto mar; e também em perigos causados por falsos irmãos. Tenho tido trabalhos e canseiras. Muitas vezes tenho ficado sem dormir. Tenho passado fome e sede; têm me faltado casa, comida e roupas.” (2Coríntios 11.24–27, NTLHE).

Se Paulo era protegido de Deus, se havia a promessa que seria poupado, por que ele passou por isso tudo? Por que vivia em pecado? Por que estava fora da vontade de Deus? São estas coisas que nos conduzem a repensar nas promessas feitas pelos religiosos e por sua falta de entendimento. Talvez, Paulo chamasse hoje a maioria de vigaristas e não de pessoas de Deus, como ele se refere aos judaizantes que estavam escravizando esses irmãos.

Precisamos entender que não são as dores, sofrimentos, circunstâncias que fazem de nós melhores ou não diante de Deus. Tudo isso faz parte da vida e do que estamos fazendo. Precisamos aprender e entender o que significa ser protegido, para não cairmos na esparrela do pensamento natural.

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