Partilhou o pão e o vinho com o traidor…

Partilhou do pão e vinho com o traidor

foto por: Debby Hudson em Unsplash

Podemos ler sobre o exemplo de Jesus em Lucas, no capítulo vinte e dois, do versículo vinte ao vinte e dois:

Depois do jantar, do mesmo modo deu a eles o cálice de vinho, dizendo: — Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sanguederramado em favor de vocês. Mas vejam: o traidor está aqui sentado comigo à mesa! Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como Deus já resolveu. Mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem!” (Lucas 22.20–22, NTLHE).

A questão que devemos responder e refletir o quanto somos religiosos: é no momento de celebrarmos a ceia do Senhor, pois é neste momento que expressamos o quanto incluímos as pessoas ou o quanto somos sectários em nosso posicionamento, pois se Jesus compartilhou o pão e o vinho com quem o traía, por que não somos capazes de repartir o pão com os irmãos, mesmo que não sejam de nossa “congregação”?

Revelamos o Espírito de Cristo quando agimos como Ele, quando temos o mesmo posicionamento, incluindo as pessoas, mesmo aquelas que irão nos trair, pois só assim, revelamos as virtudes de Deus e não expressaremos a religiosidade que está incrustrada na forma de pensar deste mundo, onde partilhamos do pão e do vinho somente com aqueles que “professam” a nossa fé.

Que possamos aprender o que é ser cristão, o que significa seguir a Cristo e o que é amar como Ele.