Cedendo a cobiça

Cedendo a cobiça

foto por: Griffin Wooldridge em Unsplash

O único momento que temos para controlar os nossos desejos naturais é quando, lembrando quem somos, rejeitamos a cobiça que brota em nosso coração, pois se cedermos entraremos em um processo de transgredir a vontade de Deus e tentar corrigir realizando outro erro.

Com Davi não foi diferente, pois ele, embora podendo ter cobiçado, quando soube que a mulher era casada, poderia ter rejeitado o seu desejo. Podemos ler sobre esta atitude de Davi em segundo Samuel, capítulo onze, versículo dois a cinco: “Uma tarde Davi se levantou, depois de ter dormido um pouco, e foi passear no terraço do palácio. Dali viu uma mulher muito bonita tomando banhoAí ele mandou que descobrissem quem era aquela mulher e soube que era Bate-Seba, filha de Eliã e esposa de Urias, o heteu. Então Davi mandou que alguns mensageiros fossem buscá-la. Eles a trouxeram, e Davi teve relações com ela. Bate-Seba tinha justamente terminado o seu ritual mensal de purificação. Ela voltou para casa e depois descobriu que estava grávida e mandou um recado a Davi contando isso.” (2Samuel 11.2–5, NTLHE).

Este é o processo normal para gerar o pecado em nossas vidas, pois quando cedemos à cobiça, normalmente caímos em pecado, pois o desejo falará mais alto em nossos corações e não ouviremos o que o Espírito nos fala.

Se desejamos revelar Deus em nossas vidas, devemos estar atentos ao que está à nossa volta e não podemos ceder à nossa cobiça, mas prontamente rejeitá-la quando surge em nossas mentes, pois só assim, nos manteremos fiéis aos processos de Deus.