Quando ignoramos uns aos outros

Quando ignoramos uns aos outros

foto por: Janke Laskowski em Unsplash

Não existe pecado maior que ignorar as pessoas, trata-las como invisíveis, porque não podem fazer nada por nós, nem nos conceder algo, pois se baseamos nossos relacionamentos neste princípio, estávamos vivendo segundo o pensamento natural e não espiritual, não estamos imitando a Cristo e nem O revelando ao mundo.

Tiago, tratando em sua carta, sobre a questão da acepção de pessoas, afirma no capítulo dois, do versículo um ao quatro: “Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. Se, portanto, entrar na vossa sinagoga algum homem com anéis de ouro nos dedos, em trajos de luxo, e entrar também algum pobre andrajoso, e tratardes com deferência o que tem os trajos de luxo e lhe disserdes: Tu, assenta-te aqui em lugar de honra; e disserdes ao pobre: Tu, fica ali em pé ou assenta-te aqui abaixo do estrado dos meus pés, não fizestes distinção entre vós mesmos e não vos tornastes juízes tomados de perversos pensamentos?” (Tiago 2.1–4, BEARA).

Por que tratamos as pessoas de forma diferente? Porque as olhamos em perspectiva diferente achando que uma tem algo a oferecer e a outra não pode nos dar nada que desejamos. Quando assim fazemos, estamos andando segundo o pensamento natural e não espiritual, estamos sendo carnais e não espirituais e nem revelando Cristo em nossas ações, não estamos cumprindo o nosso propósito e nem andando na vontade do Pai.