Sempre o foco religioso

Sempre o foco religioso

foto por: Sydney Angove em Unsplash

Muitas vezes pensamos que a resistência ao conhecimento de Deus e Sua vontade provém do materialismo, mas não é. Sempre foi e será o foco religioso, a religião que busca respostas rápidas, que preferem ver sinais e prodígios a encarar de fato o que Deus nos fala sobre Sua vontade. Não foi diferente no passado, não é diferente em nossos dias e nem será no final dos tempos.

No livro de Apocalipse, capítulo treze, do versículo onze ao quinze, fala justamente sobre este aspecto: “Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13.11–15, BEARA).

O texto nos fala de religiosidade, do uso da prática religiosa para enganar as pessoas. João e Paulo falam em suas cartas sobre o espírito do anticristo, cujo propósito é enganar as pessoas e usar da religião para atingir objetivos e interesses pessoais, mas sempre as manipulando. Assim também, será no final dos tempos, quando surgir o anticristo, pois buscará o desenvolvimento de uma religião que visa a adoração da besta, e para isso usará de sinais e prodígios.

O nosso papel e propósito de vida estão relacionados a conhecer a Deus e toda a Sua vontade, e em nossas ações revela-Lo ao mundo, como Cristo, conduzindo todos ao entendimento.