A vontade do Pai e o desejo do pensamento natural

A vontade do Pai e o desejo do pensamento natural há

foto por: Jenny Caywood em Unsplash

Há uma diferença gritante entre entendermos a vontade de Deus e a ela nos submetermos e o pensamento natural, pois a primeira nos conduz a sermos oferta, a segunda a nos preservarmos e querermos nos salvar.

Jesus com os discípulos no jardim, se antecipa e se faz oferta, já Pedro quer se salvar e preservar. Podemos ler sobre a atitude de Jesus, se colocando à frente, em João, capítulo dezoito, versículo quatro e cinco: “Sabendo, pois, Jesus todas as coisas que sobre ele haviam de vir, adiantou-se e perguntou-lhes: A quem buscais? Responderam-lhe: A Jesus, o Nazareno. Então, Jesus lhes disse: Sou eu. Ora, Judas, o traidor, estava também com eles.” (João 18.4–5, BEARA).

Pedro entendendo a situação, se coloca a defender segundo a sua capacitação, com o intuito de se salvar e salvar os seus, como está nos versículos dez e onze: “Então, Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita; e o nome do servo era Malco. Mas Jesus disse a Pedro: Mete a espada na bainha; não beberei, porventura, o cálice que o Pai me deu?” (João 18.10–11, BEARA).

Que possamos aprender a medir o nosso grau de maturidade pelas nossas ações e assim, entendendo a vontade do Pai, aprender com Cristo e fazermos de nossas vidas a oferta em favor dessa vontade para que o plano e propósito que Ele tem sejam cumpridos em nós, deixando assim a imaturidade para revelarmos o o conhecimento espiritual segundo o querer e vontade do Pai.