Quando a religiosidade nos cega

Quando a religiosidade nos cega

foto por: Daniel Mirlea em Unsplash

No evangelho de Marcos, capítulo três, do versículo um ao cinco, podemos ler:

“Jesus foi outra vez à sinagoga. Estava ali um homem que tinha uma das mãos aleijada. Estavam também na sinagoga algumas pessoas que queriam acusar Jesus de desobedecer à Lei; por isso ficaram espiando Jesus com atenção para ver se ele ia curar o homem no sábado. Ele disse para o homem: — Venha cá! E perguntou aos outros: — O que é que a nossa Lei diz sobre o sábado? O que é permitido fazer nesse dia: o bem ou o mal? Salvar alguém da morte ou deixar morrer? Ninguém respondeu nada. Então Jesus olhou zangado e triste para eles porque não queriam entender. E disse para o homem: — Estenda a mão! O homem estendeu a mão, e ela sarou.” (Marcos 3.1–5, NTLHE).

Esta talvez seja a questão mais importante que devemos responder a nós mesmos, pois necessitamos compreender o quanto temos estado cegos por causa da nossa religiosidade ou se de fato temos entendido e compreendido o que Ele nos fala e nos ensina.

Nada, nada pode estar acima da compaixão, da misericórdia e da graça de Deus. Não podemos deixar que qualquer traço de religiosidade nos impeça de manifestar a justiça eterna diante das pessoas, pois quando priorizamos liturgias, regras, dogmas, aparências, nós nos esquecemos de quem somos e do nosso papel neste mundo.

Somos chamados para revelarmos o reino de Deus e a Sua justiça, não para praticarmos religiosidade e nem para nos tornarmos cegos, priorizando o que não tem valor eterno.

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