O ensino que transmitimos

O ensino que transmitimos

foto por: Joseph Biscocho em Unsplash

O que temos aprendido e ensinado está alinhado com a vontade de Deus, conduz as pessoas à maturidade e seguirem o modelo de Cristo? Ou o que estamos ensinando as leva a usarem os outros, atenderem os interesses próprios? São estas questões, quando checamos a nossa motivação, que nos leva a compreender qual o caminho que tomamos e o que estamos ensinando, pois a nossa razão de ser é para que conduzamos as pessoas ao conhecimento do Pai e Sua vontade.

Jesus falando sobre isso, afirma em João, capítulo sete, versículo dezesseis: “Respondeu-lhes Jesus: O meu ensino não é meu, e sim daquele que me enviou.” (João 7.16, BEARA). E complementa este aspecto, afirmando nos versículos dezessete e dezoito: “Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo. Quem fala por si mesmo está procurando a sua própria glória; mas o que procura a glória de quem o enviou, esse é verdadeiro, e nele não há injustiça.” (João 7.17–18, BEARA).

Por isso, precisamos refletir sobre o que temos ensinado e o foco que transmitimos, pois se estamos buscando a nossa glória não estamos na direção da vontade de Deus, mas, tratando dos nossos interesses e defendendo questões que são nossas e que não levam as pessoas à maturidade de Cristo.

E Ele reforça esta questão quando afirma sobre a cura no sábado, como está nos versículos vinte e três e vinte e quatro: “E, se o homem pode ser circuncidado em dia de sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, por que vos indignais contra mim, pelo fato de eu ter curado, num sábado, ao todo, um homem? Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.” (João 7.23–24, BEARA).

Qual o ensino que transmitimos? Aquele que conduz todos à maturidade, à expressão de Cristo e no realizar da justiça de Deus ou ao que está procurando interesses próprios e defendo questões de dogmas e doutrinas de homens e instituições?

Que possamos aprender a ser oferta e ensinar outros a também serem para que haja o conhecimento de Deus e Sua vontade.

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