Agradando a multidão

Agradando a multidão

foto por: Greg Rakozy em Unsplash

Assim como os pais não podem fazer o que os filhos desejam, devendo antes fazer para eles o que lhes permite crescimento e amadurecimento, assim um governante não pode fazer o que as pessoas desejam, mas, revelar justiça e equidade em suas decisões. Da mesma maneira que eles, os líderes maduros não podem se sujeitar em atender o capricho e desejos das pessoas, mas com sabedoria, conduzí-las ao conhecimento da vontade de Deus.

Pilatos, para agradar a multidão, solta Barrabás em detrimento de Jesus, mesmo sabendo que não tinha motivos para a Sua condenação. Podemos ler sobre esta questão em Marcos, capítulo quinze, versículo onze: “Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás.” (Marcos 15.11, BEARA).  Estes está referindo aos religiosos, os responsáveis por conduzir o povo na vontade de Deus. E Pilatos, age atendendo ao pedido do povo que foi incitado pelos religiosos, como está no versículo quinze: “Então, Pilatos, querendo contentar a multidão, soltou-lhes Barrabás; e, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.” (Marcos 15.15, BEARA).

Qual é o nosso entendimento quanto ao que devemos fazer? Como temos agido com os nossos filhos, como temos respondido àqueles que tem confiado suas vidas em nossas mãos para o processo de amadurecimento e ensino sobre a vontade de Deus?

Temos que olhar todas as cosias segundo a perspectiva de Deus e Sua vontade e não o que é mais fácil ou que seja do nosso interesse, pois não estamos aqui para sermos políticos, religiosos ou qualquer outra coisa, mas filhos de Deus que tem a responsabilidade de revelá-Lo ao mundo, sendo oferta em favor das pessoas para que O conheçam.