Não podemos deixar de clamar

Não podemos deixar de clamar

foto por: NOAA em Unsplash

Precisamos, diante do conhecimento e compreensão que temos do reino de Deus e da Sua vontade clamar que a nossa vista seja restaurada, para que enxerguemos tudo segundo a perspectiva de Deus e assim possamos ser instrumentos de libertação e cura para as pessoas, conduzindo-as à compreensão da vontade do Pai.

Um cego clama a Jesus para que tenha a sua vista restaurada, como está em Marcos, capítulo dez, do versículo quarenta e sete ao versículo cinquenta e dois: “e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele cada vez gritava mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. Lançando de si a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus. Perguntou-lhe Jesus: Que queres que eu te faça? Respondeu o cego: Mestre, que eu torne a ver. Então, Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. E imediatamente tornou a ver e seguia a Jesus estrada fora.” (Marcos 10.47–52, BEARA).

Temos pedido para que tenhamos a nossa visão restaurada? Para vermos as coisas com discernimento e compreensão do querer do Senhor? Não podemos ser diferentes do cego da passagem, devemos clamar para que sejamos instrumentos de Deus neste mundo e não simplesmente religiosos. Para que tenhamos o entendimento da Sua vontade e compreensão que temos que nos submeter para sermos expressão da Sua glória neste mundo.