Justificados porque cremos

Justificados porque cremos

fotos por: Nicolas Häns em Unsplash

A nossa justificação não está calcada no que fazemos, nas obras que possamos realizar, mas no fato de crermos no que Deus afirmou em nosso favor e que Ele cumpre Suas promessas em nossas vidas.

Abraão creu, por isso foi lhe imputada a justiça, assim como é conosco. Na carta aos romanos, capítulo quatro, do versículo um ao oito, podemos ler sobre esta questão: “Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça. E é assim também que Davi declara ser bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente de obras: Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” (Romanos 4.1–8, BEARA).

Temos que entender que a nossa justificação, o sermos aceitos e abençoados por Deus, não depende do que possamos fazer, do nosso empenho, mas unicamente das promessas que Ele fez com relação à obra de Cristo em nosso favor. Não podemos ver ou sentir, mas vivemos na certeza das Suas promessas e que somos justificados por Cristo e que não existe nada que possamos fazer para alcançarmos algo de Deus.

A nossa justificação não é decorrente do nosso empenho e nem boas obras, mas porque cremos no que o Senhor fez por nós e que é suficiente para sermos justificados diante do Pai.