Condenamos os outros, não a nós!

Condenamos os outros, não a nós

foto por: Wesley Tingey em Unsplash

Estamos sempre prontos para condenar as pessoas que estão à nossa volta por suas falhas e delitos, mas não somos capazes de olharmos no espelho e vermos em nós as mesmas ações e atitudes que queremos punir nelas.

Paulo ensinando na carta aos Romanos, no capítulo dois, do versículo três ao seis, afirma: “Tu, ó homem, que condenas os que praticam tais coisas e fazes as mesmas, pensas que te livrarás do juízo de Deus? Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento? Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus, que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento:” (Romanos 2.3–6, BEARA).

Não se trata da nossa religiosidade e do quanto somos devotos às nossas práticas, mas de conhecermos e andarmos segundo a vontade de Deus, revelando a Sua obra e natureza por meio de nossas vidas. O reino de Deus não se trata de palavras, mas de ação, proclamação das Suas virtudes por meio do que fazemos, pois nelas encontramos: compaixão, misericórdia, graça, bondade e o amor do Pai revelado a nós, por isso, não se trata de condenar os outros, mas de sermos juízes de nós mesmos e do quanto andamos alinhados à Sua vontade e expressando o Seu amor a todos.