Somos tão religiosos!

Somos tão religiosos!

foto por: toan phan em Unsplash

Qual o tamanho da nossa religiosidade? O quanto tem sido presente em nossa vida atitudes religiosas? E o quanto temos reservado um tempo para dedicarmos e prestarmos culto à divindade na expectativa de apaziguarmos a sua ira para que ela nos abençõe? Nossas atitudes e a forma de pensarmos é que revela o quanto temos sido religiosos. Talvez, não dediquemos um tempo a uma entidade divina, mas temos outras religiões, nos “ismos” que criamos para satisfazer os nossos desejos e expectativas. Já não levantamos imagens feitas de pedras, mas temos feito de nossos sonhos, desejos e vontades o nosso deus pelo tempo e empenho que dedicamos a eles.

Paulo, falando aos atenienses da sua religiosidade, a usa para apresentar o Deus vivo, como podemos ler no capítulo dezessete de Atos, do versículo vinte e um ao vinte e três: Senhores atenienses! Em tudo vos vejo acentuadamente religiosos; porque, passando e observando os objetos de vosso culto, encontrei também um altar no qual está inscrito: Ao Deus Desconhecido. Pois esse que adorais sem conhecer é precisamente aquele que eu vos anuncio.” (Atos dos Apóstolos 17.21–23, BEARA).

Temos que compreender que Deus não requer de nós um serviço para que O agrademos. Ele não é um “deus” carente que precisa de adoradores, que Lhe prestem um serviço em troca de recompensa. Ele estabeleceu desde os tempos eternos, antes da criação do mundo o propósito de formar uma família. E o que Ele quer é formar uma família em que Ele esteja inserido e habitando nela.

Não se trata de religião e nem de um tempo que possamos dedicar a Deus, mas de compreendermos que Ele nos chama para viver Sua vontade, conhecer o que planejou para nós desde os tempos eternos que é bom, perfeito e agradável, não como uma religião, mas como uma forma de se viver neste mundo, revelando o Seu reino.

Anúncios