Um Deus de plano e agenda

Um Deus de plano e Agenda

foto por:   Alvaro Reyes em Unsplash

Achamos que Deus age de qualquer maneira e que não faz planos, mas Ele os executa com esmero e cuidado em cada etapa, planeja, assegura que tudo seja realizado no tempo e hora certa de maneira que haja o impacto que precisa haver, assim foi com cada etapa do Seu processo para nos conduzir ao entendimento da Sua vontade e salvação.

Por que Deus lançou a igreja no dia de Pentecostes? Poderia ter feito em qualquer outro dia menos importante? Esperou até que o domínio romano fosse estabelecido, poderia ter enviado Cristo antes desta época? São estas coisas, quando analisamos à luz de um planejamento acurado e cuidadoso que vemos que o nosso Deus se preocupa com estes detalhes e que precisamos aprender a fazer do mesmo jeito e não de forma atabalhoada.

O início da Igreja se deu no dia da celebração de Pentecostes e foi importante por que nesta data tinham pessoas de todas as regiões, pois havia paz,  sendo possível ir para todos os lugares do império.

Houve a manifestação do Espírito por meio do falar em outras línguas para ser testemunho a todas as pessoas de todas os lugares, como podemos ler em atos, capítulo dois, versículo um ao quatro: “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.” (Atos dos Apóstolos 2.1–4, BEARA).

Por que outras línguas? Podemos ler que tinham pessoas de todas as nações, nos versículos cinco e seis: “Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu. Quando, pois, se fez ouvir aquela voz, afluiu a multidão, que se possuiu de perplexidade, porquanto cada um os ouvia falar na sua própria língua.” (Atos dos Apóstolos 2.5–6 BEARA).

E o fundamental foi o testemunho, pois sendo quem eram, podiam compreender que eles falando em outras línguas e era sobrenatural devido a origem deste povo, como está nos versículos sete e oito: “Estavam, pois, atônitos e se admiravam, dizendo: Vede! Não são, porventura, galileus todos esses que aí estão falando? E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?” (Atos dos Apóstolos 2.7–8, BEARA).

Temos que aprender com Deus, Sua vontade e compreender que não se trata de fazer de qualquer maneira, mas seguir os Seus processos, entender que é extremamente importante o planejamento, compreender o tempo, discernir a época, por isso, tudo precisa ser feito na dependência do Espírito, pois somos instrumentos, não os responsáveis pela construção da igreja, pois quem cuida e assegura do seu desenvolvimento é o próprio Cristo que Se deu em favor de todos nós para que conhecêssemos a salvação de nosso Deus e Pai.