Na comunhão, a traição

Na comunhão a traição

foto por: Zach Reiner em Unsplash

Não existe expressão maior de comunhão que o partir do pão, que o assentarmos em volta da mesa e compartilharmos do alimento, mas, como Cristo, não podemos esperar nada diferente, pois são dos mais íntimos, do conhecido, do amigo, do íntimo que vem a traição e não do estranho.

Jesus, quando tomava a última ceia com os discípulos, no capítulo vinte e seis de Mateus, nos versículos vinte e vinte e um, afirma: “Chegada a tarde, pôs-se ele à mesa com os doze discípulos. E, enquanto comiam, declarou Jesus: Em verdade vos digo que um dentre vós me trairá.” (Mateus 26.20–21, BEARA).

Por que pensamos que podemos ser melhores que o nosso mestre e Senhor? Por que pensamos que não podemos ser traídos à mesa? Precisamos aprender sobre viver a plena vontade de Deus, sermos expressão das Suas virtudes e não reagirmos segundo o pensamento natural, mas como Cristo, o Cristo de Deus, para que revelemos os filhos que somos Nele. O problema não é sermos traídos, mas trairmos e precisamos amadurecer, para que compreendamos a vontade de Deus e não nos deixemos levar pelo mal que habita em nós, mas que sejamos, expressão da graça do Criador diante de todos.

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