Misericórdia, não sacrifícios

Misericórdia, não sacrifícios

foto por: Thomas Willmott em Unsplash

Viver o reino de Deus, revelar o Pai ao mundo, não se trata de religião, de sacrifícios que possamos fazer, de serviços que realizamos, em nem de nossa oferta com o intuito de sermos agraciados e de recebermos algo em retorno de Deus, mas de expressarmos a misericórdia, a graça, a bondade de Dele às pessoas, conduzindo-as ao conhecimento do Criador.

Jesus, quando chamou Mateus, e estavam à mesa com publicanos e pecadores, teve uma discussão com os religiosos com relação a suas práticas, como consta no capítulo nove, do versículo nove ao treze: “Partindo Jesus dali, viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria e disse-lhe: Segue-me! Ele se levantou e o seguiu. E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento].” (Mateus 9.9–13, BEARA).

O que precisamos entender? Viver o reino não se trata de religiosidade, do que podemos fazer para Deus para que Ele nos aceite, mas de compreendermos que somos Seus embaixadores, reconciliadores das pessoas com Ele e que nossa vida, deve e tem como propósito revelá-Lo ao mundo e que só fazemos isso quando O expressamos aos que necessitam, conduzindo todos ao conhecimento da Sua vontade, expressando a plenitude do conhecimento que temos Dele, por isso, o reino não se trata de sacrifícios e ofertas, mas de expressarmos o Pai ao mundo.

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