Guardar da religiosidade e do usar as pessoas

Sermos servos de todos

foto por: Nick Bolton em Unsplash

A religiosidade nos impede de conhecer ao Pai e a Sua vontade, pois agimos não segundo a dependência que devemos ter, mas conforme as nossas expectativas e usamos do conhecimento e autoridade que obtemos em nosso favor, agindo como pessoas naturais, mas não só isso, como religiosos podemos usar das pessoas segundo os nossos interesses, suprindo-as pelos seus desejos e não conforme o que necessitam.

Jesus, falando aos discípulos alerta-os para se guardarem das mesmas atitudes deles, em Lucas no capítulo vinte, versículos quarenta e seis e quarenta e sete:  “Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; os quais devoram as casas das viúvas e, para o justificar, fazem longas orações; estes sofrerão juízo muito mais severo.” (Lucas 20.46–47, BEARA).

Não somos chamados para fazermos isso, mas, para servir, para sermos aqueles que servem a mesa, que ajudam as pessoas, que as conduz ao conhecimento do Pai e da Sua vontade, por isso, como discípulos de Jesus, não temos alternativa, precisamos morrer para nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos o modelo de Cristo.

Sermos ofertas e expressarmos a plenitude da vontade de Deus entre os homens, é agirmos neste mundo como Cristo, revelando o Pai e a Sua vontade a todos, ajudando-os na jornada de crescimento e amadurecimento.

 

Anúncios