Lembrando o que aprendemos

foto por: Priscilla Du Preez em Unsplash

Temos que entender porque precisamos sempre ler a palavra, sempre ensinar as mesmas coisas, fazermos lembradas as promessas e a vontade do Senhor como um processo repetitivo, pois somente assim, não nos esqueceremos o que foi ensinado e quem somos em Deus.

Pedro em sua segunda carta, capítulo um, nos versículos doze e treze afirma: “Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados. Também considero justo, enquanto estou neste tabernáculo, despertar-vos com essas lembranças,” (2Pedro 1.12–13, BEARA). E no quinze ele reforça novamente:  “Mas, de minha parte, esforçar-me-ei, diligentemente, por fazer que, a todo tempo, mesmo depois da minha partida, conserveis lembrança de tudo.” (2Pedro 1.15, BEARA).

Não aprendemos somente porque falamos e ouvimos uma vez, mas, pelo processo repetitivo de falar sobre o reino, a vontade do Pai e Suas promessas. Devemos e temos que fazer sempre por uma perspectiva diferente, mas abordando o mesmo ensino, pois só assim, haverá retenção, lembrança das promessas em tempos difíceis e só assim, amadurecemos na fé para revelar, por meio das nossas obras, a nossa fé e o quanto estamos maduros quanto a vontade do Pai e a compreensão da Sua obra em nossas vidas.

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