Donde vem a perseguição?

foto por: Yeshi Kangrang em Unsplash

Muitas vezes não concebemos a ideia ou não pensamos  sobre a perseguição, pois a imaginamos como sendo algo que procede de terceiros e não que possa surgir de pessoas que teoricamente têm a mesma crença que  nós.

No início da igreja, quem a perseguiu? Os próprios religiosos. Pois movidos de inveja pelo crescimento, começaram a perseguir os irmãos, como está em Atos no capítulo cinco.

Nos versículos dezessete e dezoito: “Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, a seita dos saduceus,tomaram-se de inveja, prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública.” (Atos dos Apóstolos 5.17–18, BEARA). Eles foram libertos por um anjo, ordenados que fossem ensinar no templo. Os guardas os foram buscar de manhã e eles não estavam na prisão, mas ensinando. Depois de trazê-los novamente perante o Sinédrio, lhes falam, nos versículos vinte e oito e vinte e nove:  “dizendo: Expressamente vos ordenamos que não ensinásseis nesse nome; contudo, enchestes Jerusalém de vossa doutrina; e quereis lançar sobre nós o sangue desse homem. Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos dos Apóstolos 5.28–29, BEARA).

Depois da recomendação de Gamaliel para os deixar, pois se fosse obra de Deus, eles estariam se opondo, então lhes mandaram surrar. Mas o que aconteceu com os irmãos, depois da surra? Isto podemos ler nos versículos quarenta e um e quarenta e dois: “E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome. E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo.” (Atos dos Apóstolos 5.41–42, BEARA).

Na maioria das vezes a perseguição tem como origem, a religião. Por isso precisamos entender que Deus não nos chama para vivermos uma religiosidade, mas para experimentarmos da Sua vida, conhecermos da Sua vontade, sermos expressão desta para as pessoas. Fazemos isso, quando nos ofertamos, compreendendo que independente do que possamos estar sofrendo, estamos revelando o Pai ao mundo.

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