Tudo sucede a todos e devemos revelar o Pai

foto por: Malicki Beser em Unsplash

Todos, bons e maus, estão sujeitos às mesmas coisas, tanto a chuva como a sua falta, tanto o bem quanto o mal, não importa. Não se trata de sermos filhos de Deus ou não, de sermos justos ou não, precisamos entender que a maldade está no coração do homem e independente do que possa nos acontecer, devemos sempre, como Cristo, revelar o reino e a vontade do Pai.

Salomão escreve com relação a isso em Eclesiastes, capítulo nove, versículos um e dois: “Deveras me apliquei a todas estas coisas para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está à sua espera, não o sabe o homem. Tudo lhe está oculto no futuro. Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao perverso; ao bom, ao puro e ao impuro; tanto ao que sacrifica como ao que não sacrifica; ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento.” (Eclesiastes 9.1-2, BEARA).

Temos um pensamento equivocado da vontade de Deus e a nossa falta de conhecimento do Pai nos conduz a pensarmos como religiosos e acharmos que Ele irá nos proteger do mal que está no mundo, no coração do homem. Não!! Precisamos entender que não se trata deste mal que Ele nos guarda, mas do que está em nós, para que não deixemos que ele nos domine e não nos conduza a sermos expressão da vontade do Pai.

A maldade é tão grande que na época de Jesus que Ele expulsou as pessoas do templo, porque o objetivo ali não era o comércio, mas tinham transformado aquele lugar para obtenção de interesses pessoais, como está no evangelho de João, sobre o que Jesus fez e falou, capítulo dois,  versículos dezesseis e dezessete: “e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio. Lembraram-se os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me consumirá.” (João 2.16–17, BEARA).

Que possamos entender que o mal está em nós e que Cristo veio para nos libertar e nos conduzir à vontade do Pai, para que não vivamos mais pela natureza humana, mas segundo o Espírito, certos que bem ou mal que possa nos sobrevir de outros, é normal e que não estamos guardados disto e que é nossa função, nestas situações, revelar o Pai.

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