Escravo das riquezas

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foto por: Zulmaury Saavedra em Unsplash

Em Lucas, capítulo dezoito, Jesus mostra que um coração preso às riquezas não pode conhecer e se sujeitar a vontade do Pai, pois está comprometido com outra coisa:  “Certo homem de posição perguntou-lhe: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Lucas 18.18, BEARA).  Qual foi a resposta de Jesus? Isto está do versículo vinte ao vinte e três: “Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe. Replicou ele: Tudo isso tenho observado desde a minha juventude. Ouvindo-o Jesus, disse-lhe: Uma coisa ainda te falta: vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me. Mas, ouvindo ele estas palavras, ficou muito triste, porque era riquíssimo.” (Lucas 18.20–23, BEARA).Temos que ter o nosso coração (compreendendo que fomos feitos novas criaturas, seres espirituais, pessoas segundo a vontade de Deus), voltado inteiramente para a vontade do Pai. Não podemos querer viver segundo a natureza humana, escravos de nossas cobiças e desejos. Precisamos amadurecer e santificar o procedimento para revelarmos o Pai ao mundo, como Cristo fez.

Jesus não estava preocupado em que ele vendesse ou não as coisas que possuía, mas que compreendesse que não se tratava de obediência a mandamentos, e sim, onde estava colocado o seu coração.

Temos que entender que não podemos viver pelas nossas cobiças e nem presos às coisas deste mundo, pois não podemos tê-las como nosso deus.

Para sermos modelos, exemplos e testemunhas das virtudes de nosso Pai, precisamos viver de forma que o nosso coração esteja voltado inteiramente para as coisas do alto, para revelar a expressão de Deus, para que possam compreender, conhecer, aprender e ensinar outros a viverem da mesma maneira.

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