Ensinamos quando entendemos a cruz

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foto por: Mohamed Nohassi em Unsplash

Precisamos entender que tomamos não a cruz de Cristo, mas a nossa e a devemos tomar, fazendo morrer os nossos desejos e vontade, para que possamos ser instrumentos de salvação de outras vidas, para que possam conhecer o Pai. Assim como Cristo morreu na cruz para que pudéssemos ser salvos, devemos tomar a nossa cruz para que outros possam conhecer a salvação de nosso Deus.

Precisamos entender que sem a cruz, o morrermos, o negarmos nós mesmos, não existe reino de Deus e nem conhecimento do Pai. Somente somos discípulos de Cristo, quando entendemos que é assim que devemos viver no nosso dia a dia.

Podemos ler sobre isso em Lucas, capítulo quatorze, versículo vinte e sete: “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.27, BEARA). Por isso, tomar a cruz, sermos escravos da justiça, expressão de Cristo, implica que devemos amar menos todas as demais coisas e termos o Reino de Deus e a Sua vontade acima de tudo, como está no versículo vinte e seis: “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.26, BEARA). E no trinta e três, Ele fala que devemos renunciar a tudo que temos, isto é, não considerarmos como nosso: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.33, BEARA).

Um escravo não possui nada. Sua vida é para ser instrumento da vontade do seu senhor, assim, devemos nos posicionar diante de Cristo, tendo o entendimento que, embora tendo sido comprados por um preço alto, sendo Seus servos, nós somos filhos do mesmo Pai e fazemos tudo para que a Sua vontade se realize em e através de nós, para que haja o conhecimento do Seu querer.

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