Preparando o caminho para o Senhor

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foto por: Nathan Anderson em Unsplash

Podemos até pensar que Deus faça as coisas “de repente”,  mas só pensamos assim quando desconhecemos a Sua vontade e não compreendemos o Seu plano. Jesus não foi uma alternativa de solução de Deus para os homens, mas Ele sempre foi o plano original, pois mesmo antes de criar o mundo e os homens, Cristo já estava planejado, assim como a Igreja, como instrumento de expressão da Sua vontade ao mundo.

Assim como tudo, Deus enviou João Batista para preparar o caminho para o Senhor, como podemos ler em Lucas, no capítulo um, do versículo treze ao dezessete: “Mas o anjo lhe disse: — Não tenha medo, Zacarias, pois Deus ouviu a sua oração! A sua esposa vai ter um filho, e você porá nele o nome de JoãoO nascimento dele vai trazer alegria e felicidade para você e para muita gente, pois para o Senhor Deus ele será um grande homem. Ele não deverá beber vinho nem cerveja. Ele será cheio do Espírito Santo desde o nascimento e levará muitos israelitas ao Senhor, o Deus de IsraelEle será mandado por Deus como mensageiro e será forte e poderoso como o profeta Elias. Ele fará com que pais e filhos façam as pazes e que os desobedientes voltem a andar no caminho direito. E conseguirá preparar o povo de Israel para a vinda do Senhor.” (Lucas 1.13–17, NTLHE).Podemos até pensar que Deus faça as coisas “de repente”,  mas só pensamos assim quando desconhecemos a Sua vontade e não compreendemos o Seu plano. Jesus não foi uma alternativa de solução de Deus para os homens, mas Ele sempre foi o plano original, pois mesmo antes de criar o mundo e os homens, Cristo já estava planejado, assim como a Igreja, como instrumento de expressão da Sua vontade ao mundo.

Temos que entender que Deus é soberano e a Sua vontade irá se cumprir e que conduzirá tudo e todos segundo o Seu plano. João veio para preparar o caminho, para chamar o povo ao arrependimento. Assim como ele fez, devemos nós fazermos em nosso dia a dia, e proclamarmos a libertação dos cativos. Devemos chamar todos ao arrependimento, mas temos que revelar ao mundo verdadeiras obras que proclamam e glorificam o nome do Senhor, mas temos que entender que fazermos isso se trata de uma oferta, ato de compaixão para que outros possam conhecer a Deus e a Sua vontade.

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