Orgulho da cruz

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foto por: Jussara Romão em Unsplash

Quando percebemos que a cruz é a única forma de vivermos plenamente a vontade de Deus, é o reconhecimento da nossa morte com Cristo para podermos experimentar a vontade Daquele que nos criou, não temos outro motivo para nos orgulharmos e nem vivermos, pois este instrumento de morte é que nos conduz à reconciliação e a plenitude do Seu querer para as nossas vidas, pois sermos discípulos de Jesus é reconhecermos que precisamos negar a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos o modelo que Ele nos ofereceu.

Paulo, na carta aos Gálatas, no capítulo seis, do versículo sete ao dez, fala: “Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá. Se plantar no terreno da sua natureza humana, desse terreno colherá a morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito de Deus, desse terreno colherá a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita. Portanto, sempre que pudermos, devemos fazer o bem a todos, especialmente aos que fazem parte da nossa família na fé.” (Gálatas 6.7–10, NTLHE). E no versículo quatorze, ele afirma: “Mas eu me orgulharei somente da cruz do nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, por meio da cruz, o mundo está morto para mim, e eu estou morto para o mundo.” (Gálatas 6.14, NTLHE).

Somente vivemos a vontade do Senhor, somente andamos no Espírito, somente revelamos Deus ao mundo quando entendemos que a cruz é o instrumento que nos conduz a essa vontade, é o meio para sermos a Sua expressão neste mundo e a única forma de fazermos da nossa vida uma oferta em favor daqueles que precisam conhecer e ver Deus em nós. Não existe vida, se não existir a morte da natureza humana.

 

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