A incredulidade do cumprimento das promessas

Assim como os discípulos foram incrédulos quanto ao que os outros estavam testemunhando com relação à ressurreição de Jesus, muitas vezes agimos como eles, embora as Suas promessas nos digam ao contrário.

No capítulo quinze, logo depois da ressurreição, temos uma sequência de acontecimento que embora confirmem as palavras que Ele havia proferido antes de Sua morte com relação a Sua ressurreição, houve medo e incredulidade por parte das pessoas.

As mulheres ao ouvirem o que o anjo lhes falava, nos versículos cinco e seis, que diz:  “… — Não se assustem! Sei que vocês estão procurando Jesus de Nazaré, que foi crucificado; mas ele não está aqui, pois já foi ressuscitado. Vejam o lugar onde ele foi posto.” (Marcos 16.5–6, NTLHE). Mas elas, no versículo oito, não contaram a ninguém: “ Então elas saíram e fugiram do túmulo, apavoradas e tremendo. E não contaram nada a ninguém porque estavam com muito medo.” (Marcos 16.8, NTLHE). Os discípulos não acreditaram no testemunho de Maria Madalena, nos versículos dez e onze: “… Quando a ouviram dizer que Jesus estava vivo e que tinha aparecido a ela, eles não acreditaram.” (Marcos 16.10–11, NTLHE). Depois os dois que estavam a caminho de Emaús, nos versículos doze e treze: “… Eles voltaram e foram contar isso aos outros discípulos, e estes não acreditaram no que os dois disseram.” (Marcos 16.12–13, NTLHE). E finalmente apareceu aos onze, como está no versículo quatorze: “Por último Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto eles estavam à mesa, comendo. Ele os repreendeu por não terem fé e por teimarem em não acreditar no que haviam contado os que o tinham visto ressuscitado.” (Marcos 16.14, NTLHE).

Mas, independente do que tinha acontecido, Ele determinou no versículo quinze: “ Então ele disse: — Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas.” (Marcos 16.15, NTLHE).

Precisamos aprender a viver por fé, pelas promessas, por aquilo que Ele fala com relação a nós, especialmente nós que recebemos o Espírito Santo, que fomos ungidos para testemunharmos em palavras e ações com relação ao reino de Deus e conduzir as pessoas ao conhecimento do Pai. Não podemos viver uma vida religiosa e cheia de incredulidade sem compreender que a obra que Ele realizou é suficiente para nos conduzir na expressão de Cristo entre os homens como Suas testemunhas. Agimos como Cristo é fundamental pois precisamos revelar compaixão e conduzir as pessoas ao conhecimento de Deus.

foto: Nathan McBride

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