No interesse próprio a falta de compaixão

Quando vivemos de forma egoísta, buscando o interesse próprio, não poderemos praticar e nem exercer a compaixão com as pessoas, pois sempre haverá o desejo e esforço de nos preservarmos em detrimento do querer fazer da própria vida uma oferta em favor do outro.

Temos vários exemplos na bíblia da busca do interesse próprio e um deles trata do ato de Pilatos, querendo se preservar, no intuito de querer “agradar ao povo”, solta Barrabás, e envia Jesus para a crucificação, como está em Marcos, no capítulo quinze, versículo quinze: “Então Pilatos, querendo agradar o povo, soltou Barrabás, como eles haviam pedido. Depois mandou chicotear Jesus e o entregou para ser crucificado.” (Marcos 15.15, NTLHE).

Temos e precisamos compreender que enquanto quisermos viver o evangelho segundo as nossas cobiças e desejos, na busca de nossos interesses pessoais, não viveremos a vontade de Deus e seremos somente religiosos.

O verdadeiro evangelho está em negarmos a nós mesmos, tomarmos a cruz e baseado no modelo de Cristo, fazermos da nossa vida uma oferta em favor das pessoas para que cheguem ao conhecimento de Deus. Preservar e querer buscar os nossos interesses não nos conduzirá a expressão da compaixão e nem no conhecimento de Deus.

foto: Annie Spratt

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