O entendimento do batismo

Quando lemos as escrituras vemos o testemunho de João Batista, que antecedeu Jesus, preparando o caminho sobre o anúncio do evangelho das boas novas do reino de Deus e pregava sobre arrependimento e a necessidade de batizar como confissão pública deste arrependimento. E ele falou sobre Jesus que batizaria com o Espírito Santo.

Sobre este testemunho podemos ler em Marcos, no capítulo um, nos versículos sete e oito: “Ele dizia ao povo: — Depois de mim vem alguém que é mais importante do que eu, e eu não mereço a honra de me abaixar e desamarrar as correias das sandálias dele. Eu batizo vocês com água, mas ele os batizará com o Espírito Santo.” (Marcos 1.7–8, NTLHE).

Embora no português usemos a mesma palavra, as duas em grego, tem significado totalmente diferente. A que João mencionou refere-se ao ato de mergulhar e retirar da água, como se estivesse somente lavando. Já a palavra que ele usou para referir ao batismo de Jesus, fala de uma situação definitiva, de um mergulhar e ser envolvido completamente.

Somos revestidos do Espírito Santo quando, arrependidos, confessamos os nossos pecados, reconhecemos que andávamos fora do propósito de Deus e sem o conhecimento da Sua vontade, então, nos submetemos a Cristo, comprometemos a viver e fazer a Sua vontade, viver o Seu reino e revela-Lo ao mundo, quando assim fazemos, somos revestidos do Espírito Santo (batizados no Espírito). Agora como novas criaturas, recebemos do Espírito o poder e autoridade para viver como filhos de Deus.

Tendo o entendimento que fomos reconciliados e revestidos da natureza de Deus, não temos outra maneira de viver que não seja, expressando-O ao mundo, revelando as Suas virtudes, mostrando graça, compaixão, amor, misericórdia e perdão. Jesus disse que receberíamos o Espírito Santo para perdoar pecados. Então, não temos outra maneira de viver que não seja, perdoando pecados e conduzindo as pessoas ao conhecimento de Deus, pois no Seu conhecimento está a vida eterna.

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