A mensagem que anunciamos, o ensino que trazemos têm que estar focado no que é importante, no que edifica, no que anima, no que conduz ao conhecimento, crescimento e amadurecimento de maneira a expressarmos a vontade do Pai e o Seu reino neste mundo.
Isto era o que Paulo fazia, e podemos ler sobre o seu exemplo em Atos, no capítulo vinte, nos versículos vinte um e vinte e dois, logo após o tumulto com relação a deusa Diana como está escrito: “Quando acabou a confusão, Paulo mandou chamar os irmãos e falou com eles para animá-los. Então se despediu deles e foi para a província da Macedônia. Atravessou aquelas regiões, animando muito com as suas mensagens os cristãos. Aí chegou à província da Acaia,” (Atos 20:1-2, NTLH).
Temos e precisamos compreender que a jornada não é fácil e o que é fundamental existir é a transformação do entendimento quanto aos aspectos do reino para não vivermos neste mundo uma religiosidade que em nada traduz a vontade do Pai.
Não temos e nem podemos ter controle sobre qualquer resultado, mas precisamos entender que o nosso papel é animar, consolar, ajudar e conduzir uns aos outros a um processo de amadurecimento espiritual, com todo entendimento do amor do Pai, para que compreendamos que temos que oferecer a nossa vida em favor das pessoas, para sermos instrumentos de Deus na edificação e fortalecimento da igreja. Quando nos oferecemos em favor dos outros, Ele nos usa, conforme os dons e talentos que nos concedeu para que a Sua vontade se cumpra em nós e através de nós, e assim, estejamos, não só vivendo a Sua vontade, como andando de modo digno do chamado.
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