Jesus foi designado o Cristo, o Ungido, o Salvador dos homens, e nós, quando nos submetemos a Ele como Senhor, reconhecendo que a salvação é um presente de Deus para nós, por meio da fé em Jesus, por meio da Sua obra na cruz em nosso favor, nós nos tornamos filhos de Deus, por adoção. Ele (o Pai) nos capacita por meio do Seu Espírito Santo que nos é dado para em nós habitar, para vivermos neste mundo como Seus filhos, revelando a Sua salvação, santificando o Seu nome e para sermos a imagem e semelhança com o Seu filho.
Para revelar a obra de Deus em nosso favor, temos que ser seguidores, de Cristo, e para sermos precisamos agir, como Ele entre os homens, para agirmos como Ele precisamos negar a nós mesmos, morrermos para nós mesmos, como Ele falou no evangelho de Lucas, no capítulo quatorze, no versículo vinte e sete, como está escrito: “Não pode ser meu seguidor quem não estiver pronto para morrer como eu vou morrer e me acompanhar.” (Lucas 14:27, NTLHE), e reforçado no versículo trinta e três: “— Assim nenhum de vocês pode ser meu discípulo se não deixar tudo o que tem. ” (Lucas 14:33, NTLHE).
Quando negamos a nós mesmo, quando compreendemos que temos que revelar Jesus por meio das nossas ações, nós compreendemos que somos o sal da terra e como tal, precisamos ser útil ao mundo, como está nos versículos trinta e quatro e trinta e cinco: ” — O sal é uma coisa útil; mas, se perde o gosto, deixa de ser sal. É jogado fora, pois não serve mais nem para a terra nem para o monte de esterco…” (Lucas 14:34-35, NTLHE).
Tendo este entendimento e compreendendo a vontade e o plano de Deus, precisamos viver de modo digno do evangelho, e andarmos desta maneira, implica em sermos imitadores de Cristo, e ao fazermos isso, conduzimos as pessoas à salvação, pois estamos agindo como Cristo, sendo, o “Cristo” de Deus para os homens.
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