Quando olhamos a vida de Jesus ou a de Paulo podemos ver que foram objeto de injustiça quanto ao aspecto natural, mas, de fato foram? São estas coisas que precisam nos conduzir a um processo de amadurecimento e compreensão de que a vontade soberana de Deus, Seu plano está acima de qualquer coisa que possamos imaginar.
Pilatos, não viu motivo de condenação em Jesus, queria soltá-Lo, mas sabemos que por motivo político não o fez, como podemos ler no evangelho de João, no capítulo dezenove, versículos quatro e cinco: “Aí Pilatos saiu outra vez e disse para a multidão: — Escutem! Vou trazer o homem aqui para que vocês saibam que não encontro nenhum motivo para condená-lo! Então Jesus saiu com a coroa de espinhos na cabeça e vestido com a capa vermelha. — Vejam! Aqui está o homem! — disse Pilatos.” (João 19:4-5, NTLH).
Como encararíamos a situação se fosse conosco? Temos na vida de Paulo vários exemplos e situações que aconteceram, inclusive a Sua prisão, pois não havia motivo para permanecer na mesma. Por que Deus permite tudo isso? E se algo semelhante estiver acontecendo conosco, se estamos sendo objeto de injustiça, como devemos encarar tais fatos?
Precisamos entender que a vontade soberana de Deus está acima do que possamos imaginar ou pensar, pois se não fosse a morte de Jesus na cruz, não experimentaríamos a reconciliação, pois através da Sua morte, Ele reuniu todos da família de Deus. Se Paulo não tivesse na prisão, muitas das coisas que conhecemos sobre o reino não teríamos acesso, pois muitas das cartas foram escritas na prisão.
Deus, quando permite as coisas, não está olhando o momento, mas o contexto geral quanto ao melhor para o reino e devemos, portanto, aprender a confiar Nele, já que tudo está debaixo da Sua vontade e permissão e que nada acontece sem que Ele permita.
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