Rejeitando a mensagem sem julga-la

Rejeitando a mensagem sem julga-la

foto por: Anrita1705 em Pixabay

No evangelho de Marcos, capítulo seis, do versículo um ao três, podemos ler:

“Jesus voltou com os seus discípulos para a cidade de Nazaré, onde ele tinha morado. No sábado começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o estavam escutando ficaram admirados e perguntaram: — De onde é que este homem consegue tudo isso? De onde vem a sabedoria dele? Como é que faz esses milagres? Por acaso ele não é o carpinteiro, filho de Maria? Não é irmão de Tiago, José, Judas e Simão? As suas irmãs não moram aqui? Por isso ficaram desiludidos com ele.” (Marcos 6.1–3, NTLHE).

Por que rejeitaram a mensagem? Por que ficaram desiludidos com ele? Pelo simples fato de O conhecerem, dele fazer parte do convívio deles, por Ele ter crescido em no meio deles, embora reconhecessem a sabedoria  e o Seu poder de fazer milagres. Muitas vezes somos semelhantes a esses concidadãos de Jesus: rejeitamos o ensino das pessoas porque as conhecemos e não julgamos o que é falado e realizado. Temos preconceitos com relação às pessoas que convivemos, sempre achamos que as que estão ou vêm de longe são mais sábias.

Não podemos rejeitar uma mensagem, sem antes julga-la à luz das Escrituras, pois não importa o instrumento, mas, o conteúdo e as obras que vemos, não o que pensamos ou o preconceito que temos.

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