Por que confundimos as coisas?

Por que confundimos as coisas?

foto por: Annie Spratt em Unsplash

No evangelho de Mateus, capítulo vinte e um, do versículo doze ao treze, podemos ler:

“Jesus entrou no pátio do Templo e expulsou todos os que compravam e vendiam naquele lugar. Derrubou as mesas dos que trocavam dinheiro e as cadeiras dos que vendiam pombas. Ele lhes disse: — Nas Escrituras Sagradas está escrito que Deus disse o seguinte: “A minha casa será chamada de ‘Casa de Oração’.” Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões!” (Mateus 21.12–13, NTLHE).

Não podemos confundir as coisas, precisamos estar ligados para não abandonarmos o fundamento de nossas vidas, para não transformamos a família de Deus, o Seu povo em um lugar de negociata, de troca de favores, de acharmos que podemos comercializar tanto uns com os outros, usando de artimanhas e até mesmo com Deus, como se Ele fosse cair em nossas bravatas.

A família de Deus, o Seu templo, é o lugar da Sua habitação. Por meio de Sua família Ele deve ser glorificado pelas obras que realiza, pela expressão das Suas virtudes, pelo manifestar da Sua vida e não um lugar de promessas não cumpridas, palavras vazias.

Temos que entender que a família de Deus, o Seu templo, é o lugar onde Ele escolheu para habitar para que o mundo pudesse conhecê-Lo e ser glorificado por meio das obras realizadas.

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