Não é para os que se acham santos

Não é para os que se acham santos

foto por: Ningyu He em Unsplash

No evangelho de Mateus, capítulo nove, versículos doze e treze, Jesus falando aos religiosos, devido às suas críticas por Ele andar com pecadores:

Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores [ao arrependimento].” (Mateus 9.12–13, RA).

Assim como Cristo, o nosso foco não é o religioso, não é aquele que se acha santo, mas todo aquele que se vê como perdido e pecador, pois o santo não necessita de cura, não precisa da salvação, somente aquele que se vê como miserável neste mundo. Mas estamos preocupados com “o perdido” ou com aqueles que se “acham bons”? Com quem temos nos misturado? O nosso foco e prioridade é salvar o perdido ou ficarmos envolvidos em nossa religiosidade? Se o nosso evangelho tem sido de um religioso, talvez precisemos parar e repensar nossas vidas, pois não estamos entendendo nada do nosso papel.

Somos chamados para que, andando com Deus e na verdade, possamos ser luz e sal na terra para alcançarmos todo aquele que se vê como perdido, que precisa da salvação e da reconciliação com Deus e não priorizarmos a religiosidade e nem o ensino religioso e nem é para os que se acham santos.

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