A história sempre apontou para Jesus

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

A defesa de Estevão revela a rejeição dos mensageiros de Deus e a soberania divina na obra da redenção.

O propósito de Estevão em Atos 7.30-38, diante do Sinédrio, não era apenas recontar a história de Israel, mas mostrar que o povo havia rejeitado repetidamente os mensageiros enviados por Deus. Essa rejeição alcançou seu ponto mais grave em Cristo, o Messias prometido, como o próprio Estevão destaca no versículo 37.

“Foi ainda Moisés quem disse aos filhos de Israel: “Deus fará com que, do meio dos irmãos de vocês, se levante um profeta semelhante a mim.”” (Atos dos Apóstolos 7.37 NAA)

Nesse texto, vemos claramente a soberania de Deus conduzindo toda a história da redenção. A salvação não começa no ser humano nem depende de seus esforços, mas tem origem no próprio Deus. Ele age conforme Seus decretos eternos, que jamais podem ser frustrados. Sendo santo, Ele é digno de todo temor reverente, e nossa resposta diante Dele deve ser marcada por humildade, adoração e submissão.

A história de Moisés também nos ensina que é Deus quem chama e vocaciona. Seu chamado não depende da aprovação das pessoas nem da iniciativa humana. Quando Deus o chamou, Moisés já não buscava posição, liderança ou reconhecimento.

Ao declarar que Deus levantaria um profeta semelhante a ele, Moisés apontava para Cristo. Ele foi um libertador temporário, usado para livrar Israel da escravidão física no Egito. Jesus, porém, é o Libertador perfeito e definitivo, que veio para libertar Seu povo da escravidão do pecado por meio de Sua obra redentora e de Sua Palavra viva.

Por isso, mesmo quando os planos de Deus parecem demorados aos nossos olhos, somos chamados a confiar em Sua soberania. Devemos nos aproximar Dele com reverência, temor e santidade, reconhecendo que Ele continua conduzindo perfeitamente Seu plano de redenção. Quando nos submetemos a Jesus como Senhor e Salvador, somos chamados a nos afastar do pecado e viver para a glória de Deus.

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