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Só Cristo cumpre a lei e nos justifica — a salvação não vem do esforço, mas da graça recebida pela fé
Como vemos em Romanos 10:1–4, a sinceridade religiosa — como a de Israel —, sem o verdadeiro conhecimento de Deus, não conduz à salvação. Boa intenção não substitui a verdade revelada. O fim da lei é Cristo: somos aceitos por Deus porque Ele cumpriu perfeitamente todas as Suas exigências. Assim, a justiça que a lei requer é alcançada não por obras, mas pela fé Nele (v.4).
“Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê.” (Romanos 10.4 NAA)
Fica claro que zelo sem verdade não salva. O problema central é confiar na própria justiça — colocar a fé no lugar errado. Ao fazer isso, ignoramos a justiça de Deus, que ensina que somos justificados pela graça, mediante a fé. Essa justiça não é construída por esforço humano; ela é recebida como dádiva. É Deus quem a atribui a nós, não algo que produzimos. A lei não salva — ela aponta para Cristo, o único que salva.
Diante disso, precisamos abandonar qualquer confiança em mérito próprio — moral, religioso ou espiritual — como base para a salvação. Examinemos nossa fé: ela está firmada no evangelho ou no desempenho? Valorizemos o conhecimento bíblico verdadeiro, fundamentado na Palavra, e não apenas em emoção ou tradição. Submetamos à justiça de Deus, acolhendo totalmente a graça revelada em Cristo. Essa graça não só nos salva, mas também transforma nossa maneira de viver, de forma que glorifica a Deus. E, assim, proclamamos o evangelho com fidelidade — não um simples moralismo religioso.
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