Porque o sacerdócio de Jesus supera todo o sistema antigo e nos dá acesso direto a Deus, segurança eterna e uma vida de gratidão.
Cientes de que, como afirma o autor de Hebreus, o sacerdócio levítico era limitado, incapaz de aperfeiçoar alguém e inferior ao de Cristo, Deus estabeleceu um novo e definitivo Sacerdote: Jesus.
No capítulo 7, dos versículos 11 a 28, vemos isso claramente — especialmente no versículo 25, que destaca a obra contínua de Cristo em nosso favor:
“Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se aproximam de Deus, vivendo sempre para interceder por eles.” (Hebreus 7.25 NAA)
O antigo sacerdócio, vindo da linhagem de Arão, era provisório e imperfeito. Ele apontava para algo maior, mas não podia realizar o que simbolizava. Em contraste, Cristo não foi constituído sacerdote pela linhagem humana, mas segundo a ordem de Melquisedeque, por um chamado direto, eterno e garantido pelo juramento de Deus.
Assim, Jesus é o Sacerdote perfeito, imutável e eterno, inaugurando uma nova aliança, baseada na graça — não na lei.
Por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens. Santo, sem pecado e exaltado, Ele é totalmente capaz de salvar de forma completa e definitiva todos os que se aproximam de Deus por meio Dele.
Se cremos nessa verdade, nossa resposta deve ser confiança plena. Não confiamos no nosso desempenho, esforço ou devoção pessoal, mas na obra que Cristo já realizou. Podemos viver com segurança, porque Ele intercede por nós diante do Pai e é o autor da nossa salvação.
E, sabendo disso, abandonamos qualquer ideia de buscar redenção por ofertas, serviços ou méritos próprios.
Em Cristo temos acesso direto a Deus, sem intermediários. E essa graça nos move a viver em gratidão, fidelidade e compromisso com a vontade do Senhor, crescendo continuamente na graça e no conhecimento do Pai.
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