Uma aliança eterna

Uma aliança eterna

foto por: Antonio Uquiche em Unsplash

O autor da carta aos Hebreus fala sobre a nova aliança, no capítulo oito, versículos oito a onze, como podemos ler:

“Mas Deus vê que o seu povo é culpado e diz: “Está chegando o tempo, diz o Senhor, em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá. Essa aliança não será como aquela que eu fiz com os antepassados deles, no dia em que os peguei pela mão e os tirei da terra do Egito. Não foram fiéis à aliança que fiz com eles, e por isso, diz o Senhor, eu os desprezei. Quando esse tempo chegar, diz o Senhor, farei com o povo de Israel esta aliança: Eu porei as minhas leis na mente deles e no coração deles as escreverei. Eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. Ninguém vai precisar ensinar o seu patrício nem o seu parente, dizendo: ‘Procure conhecer o Senhor.’ Porque todos me conhecerão, tanto as pessoas mais humildes como as mais importantes.” (Hebreus 8.8–11, NTLHE).

A nova aliança firmada por Deus com os homens, por meio de Cristo, nos conduz a uma nova realidade, a sermos a imagem de Cristo, a termos a Sua mente em nosso novo coração, coração nascido de Deus, que tem a mesma natureza, um prazer nas leis e na vontade de nosso Deus e Pai.

Esta obra é assegurada por Cristo pela Sua oferta como Sumo sacerdote constituído por Deus para que nós homens criados à imagem de Cristo, possamos como Ele, aprender a fazermos de nossas vidas oferta em favor dos que não conhecem o Pai. Somos chamados para andar na vontade de nosso Pai e a honrar e glorificar o Seu nome, fazendo as mesmas obras de Cristo.

Cristo por meio de Sua oferta, não só nos resgatou, nos purificou, nos fez um reino de sacerdotes e nos capacitou  para andarmos na vontade do Pai e aprendermos a agir como Ele no mundo, debaixo da nova aliança firmada pelo Criador.