Foto de Naassom Azevedo na Unsplash
Sofrimento, alegria, doença e oração: porque somos chamados a colocar Deus no centro de tudo — sem misticismo, mas com fé real.
A vida cristã é responder a Deus em todas as situações. Quando sofremos, oramos. Quando estamos alegres, louvamos. Quando ficamos doentes, buscamos a igreja e pedimos intercessão. Tiago nos lembra disso com clareza (Tiago 5.13–16).
“Alguém de vocês está sofrendo? Faça oração. Alguém está alegre? Cante louvores. Alguém de vocês está doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará. E, se houver cometido pecados, estes lhe serão perdoados. Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros, para que vocês sejam curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5.13–16 NAA)
Deus precisa ser o centro de tudo em nossas vidas — na dor, na alegria e na doença. Quando oramos por alguém enfermo, podemos usar óleo como sinal simbólico, sem problema algum. Mas precisamos entender que o óleo não é sacramento, não tem poder mágico e não garante cura. Ele apenas acompanha a oração e a intercessão. O foco não está no óleo, mas na oração da fé. A cura sempre depende da vontade soberana de Deus, não de quem ora, nem do óleo usado.
Tiago também nos chama a confessar nossos pecados uns aos outros, porque isso promove cura espiritual e fortalece a comunhão. O “justo” que ora não é alguém perfeito, mas alguém justificado por Cristo, que vive alinhado com a vontade do Pai e busca caminhar à luz das Suas promessas.
Por isso, devemos responder a Deus em todas as circunstâncias: na dor, na alegria e na enfermidade. Ele conduz tudo segundo Sua soberana vontade. E, quando a doença chega, não precisamos caminhar sozinhos. A vida da igreja existe para acolher, interceder, carregar fardos e promover edificação mútua. Podemos usar o óleo simbolicamente em momentos de oração. Devemos confessar pecados e buscar restauração uns com os outros, sempre lembrando: tudo depende da graça e da soberania de Deus — não da nossa força.
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