Estamos reprovados?

Como está na segunda carta aos Coríntios, no capítulo treze, do versículo cinco ao nove, precisamos avaliar as nossas motivações e assegurar que não estamos reprovados:

Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero reconheçais que não somos reprovados. Estamos orando a Deus para que não façais mal algum, não para que, simplesmente, pareçamos aprovados, mas para que façais o bem, embora sejamos tidos como reprovados. Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade. Porque nos regozijamos quando nós estamos fracos e vós, fortes; e isto é o que pedimos: o vosso aperfeiçoamento.” (2Coríntios 13.5–9 RA).

Quando estamos reprovados? Quando andamos segundo a maneira de pensar deste mundo e não por fé. Quando não vivemos na prática de obras de justiça como é da vontade de Deus. Fazemos as Suas obras, não pelo nosso esforço, mas na plena dependência da graça de Deus, sabendo que o justo vive por fé. Quando deixamos de fazer as obras de justiça e andamos na maneira de pensar deste mundo, estamos sendo religiosos ou incrédulos, pois Ele nos convoca para revelarmos o Seu reino, fazermos a revolução do amor, da graça, da misericórdia, para manifestarmos as obras de Deus e encher a terra com o conhecimento da Sua glória. Qualquer coisa diferente disto implica que estamos reprovados.

Somos reprovados por Deus, quando compreendendo que a salvação é pela graça, que somos chamados para revelar o reino, sendo imitadores de Cristo, insistimos em andar segundo a maneira de pensar deste mundo, revelando o pecado.

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