A oferta do nosso trabalho

Na segunda carta aos Coríntios, no capítulo nove, do versículo oito ao nove, lemos:

Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus.” (2Coríntios 9.8–11 RA).

Nós nos preocupamos com o que temos, não somos capazes de repartir com quem precisa, mas revelamos ganância e egoísmo, não sendo praticantes da justiça e nem expressamos a equidade em nossas ações. Qual o fruto que colheremos? Os frutos de um trabalho não alinhado com a vontade de Deus, mas, quando compreendemos a Sua vontade e Sua obra em nosso favor, não envidaremos esforço no sentido que a nossa abundância e o fruto do nosso trabalho seja usado em favor da justiça e da expressão de compaixão em favor do próximo.

Entendermos que o esforço do nosso trabalho e os frutos colhidos não são para nosso exclusivo uso, mas para ser oferta de justiça e expressão da equidade e compaixão pelas pessoas, revelando o nosso compromisso com o Reino e com a vontade de Deus.

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